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Da vida pela metade à perenidade devida: Josefa de Santo Aleixo e Maria Moisés [por Maria Eduarda Borges dos Santos]

Da vida pela metade à perenidade devida: Josefa de Santo Aleixo e Maria Moisés [por Maria Eduarda Borges dos Santos]

 

Autora: Maria Eduarda Borges dos Santos

 

Artigo publicado In: Laranjeira, Pires (coord.), Revista de Estudos Literários, n.º 5, Centro de Literatura Portuguesa, 2015, pp. 529-542.

 

Resumo: O título enunciado pretende dilucidar os percursos figurativos que estiveram na origem da fortuna literária e artística de Josefa de Santo Aleixo e de Maria Moisés, no conto ‘Maria Moisés’ das Novelas do Minho, publicadas por Camilo Castelo Branco entre 1875 e 1877. Na perspetiva dos estudos de género, a vida ‘incompleta’ que carateriza o percurso existencial de ambas refere-se à parte da história individual inerente à construção da identidade feminina que estes seres de papel nunca concretizaram, dado o universo patriarcal vigente. Segundo Nathalie Einich, em États de Femme. L’identité dans la fiction occidentale (1996), os estados identitários da mulher, no contexto cultural de Oitocentos, são os de ‘filha, esposa e mãe ’, mas nem Josefa nem Maria Moisés os reúnem na totalidade. [...]


             Palavras-chave: personagem, feminino, figuração, sobrevida, Camilo Castelo Branco.

 

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