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"Could you believe me - without?": retratos, auto-retratos e estratégias de representação [por Ana Luísa Amaral]

auto-retratos e estratégias de representação [por Ana Luísa Amaral] "Could you believe me - without?": retratos

 

Autora: Ana Luísa Amaral

 

Título completo do artigo "Could you believe me - without?": retratos, auto-retratos e estratégias de representação em Emily Dickson e Mário de Sá-Carneiro, publicado In: Cadernos de Literatura Comparada. n.º 21, 2009, pp. 1-29.

 

Resumo: Quer na poesia, quer nas cartas, Emily Dickinson e Mário de Sá-Carneiro insistem em auto-representações quevacilam entre a menorização de uma identidade poética e um estatuto autoral de excepcionalidade. Estas auto-representações são coadjuvadas por uma linguagem simbólica (emergente, no caso de Dickinson) devedora da fotografia. O que aqui defenderei é que esses “mitos textuais”, oscilando entre o positivo e o negativo, são construídos sobre uma sobrecarga de sentidos autográficos, em Mário de Sá-Carneiro, e, em Emily Dickinson,sobre um excessivo vazio de informação biográfica. O que em Sá-Carneiro é “sobreimpressão”, em Dickinson é rarefacção, espécie de imagem desbotada. O resultado é sempre encenações de si, que investem o leitor com a dupla função de espectador e voyeur.

 

Palavras-chave: Emily Dickinson, Mário de Sá-Carneiro, fotografia, auto-retrato, auto-representação, modernidade

 

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